Seis helicópteros Kamov do Estado estão há um ano sem voar

Seis helicópteros Kamov do Estado estão há um ano sem voar
Diogo Camilo 06 de janeiro de 2019

Todos os nove helicópteros de combate a incêndios pertencentes ao Estado estão parados. Os pesados Kamov não voam há um ano devido a questões jurídicas e indefinições contratuais e contrato de gestão dos três ligeiros terminou no final de 2018, para o qual ainda não há lançamento de novo concurso.

Seis helicópteros pesados Kamov do Estado estão há um ano sem voar. Comprados em 2006, não são utilizados pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), nem pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) desde o início do ano passado devido a questões jurídicas e indefinições contratuais. A estes acrescem mais três helicópteros ligeiros, cujo contrato de gestão terminou no final de 2018 e para o qual não há lançamento de novo concurso, noticia este domingo o Público.

A gestão dos vários contratos dos meios aéreos, próprios ou de aluguer, é realizada pela Força Aérea mas apresenta atrasos em relação a processos semelhantes no passado. No momento, os helicópteros do Estado ligados à Proteção Civil – seis pesados de marca Kamov e três ligeiros Ecureuil B3 - estão sem quem os possa gerir ou operar e não existem concurso internacional para o aluguer de outros em falta para a época de incêndios deste ano.

Ao jornal, a ANPC garante que vai ser lançado um procedimento pré-contratual de concurso público para a adjudicação dos serviços de operação e manutenção no caso dos helicópteros ligeiros Ecureuil B3. Operados pela empresa Heliportugal, encontram-se em fase de preservação devido ao terminação do seu contrato.

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