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Magistrada queixou-se de que o inquérito ficou "esquecido e moribundo, permitindo a abertura de espaço à falta de justiça".
No mês passado Rui Pinto foi acusado de mais 377 crimes informáticos. Mas durante essa investigação, a procuradora queixou-se daatuação da Polícia Judiciária(PJ), como aSÁBADOnoticiou na altura. Agora, o jornalPúblicoacrescenta que a procuradora pediu mesmo o afastamento desta força policial do caso.
SÁBADO
Vera Camacho, a procuradora em causa, terá escrito, em fevereiro, ao diretor do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) sugerindo que o Ministério Público passasse a ser coadjuvado por outro órgão de polícia criminal dada a "inação da Polícia Judiciária". Recorde-se que ohackerRui Pinto está a colaborar com a PJ e que esta força está a usar a informação recolhida por ele quando pirateou clubes de futebol e outras organizações em investigações que já tinha a decorrer ou a abrir novos inquéritos.
A procuradora justificou a sua preocupação com ritmo do processo pelo risco de prescrição de alguns crimes menos graves que terão sido cometidos pelohackerem 2016. Já aoPúblico, a direção nacional da PJ desmente falta de interesse neste caso. "Importa sublinhar todo o empenho investigatório, o esforço de cooperação policial internacional, a realização de perícias complexas, a descodificação de suportes, a análise e extração de informação, bem como as diferentes iniciativas processuais, por parte da PJ, nos vários processos-crime, contribuindo decisivamente para que as condutas do cidadão Rui Pinto fossem apreciadas pelo sistema de justiça".
Rui Pinto está a aguardar a leitura da sentença do casoFootball Leaksque chegou a estar prevista para julho, mas que foiadiada devido à amnistiadecretada por ocasião da visita do Papa durante a Jornada Mundial da Juventude e da qual pode beneficiar. A leitura ficou marcada para 11 de setembro.
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