Primeiro-ministro assumirá o ministério até propor um sucessor ao Presidente da República.
O Presidente da República recusou comentar a demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral. Minutos após a saída da responsável ter sido confirmada pelo próprio chefe de Estado, que aceitou o pedido de exoneração, Marcelo Rebelo de Sousa não comentou a decisão, afirmando querer "respeitar a vontade da senhora ministra".
Marcelo Rebelo de Sousa recorda o 11 de setembro e defende o multilateralismoRui Ochôa/Lusa
"Não me vou substituir ao juízo que foi feito", afirmou o chefe de Estado à saída de um evento, em Lisboa. "A ministra transmitiu essa vontade [de sair] ao primeiro-ministro, e o primeiro-ministro transmitiu ao Presidente da República".
Na sequência do anúncio que Luís Montenegro terá a tutela de forma transitória, Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que a lei orgânica do governo prevê que o primeiro-ministro assuma provisoriamente a pasta da Administração Interna até "apresentar uma proposta para o futuro" do cargo.
Maria Lúcia Amaral demitiu-se esta terça-feira, após um coro de críticas à sua gestão da situação das tempestades em Portugal nas últimas duas semanas.
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