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Luís Montenegro indigitado primeiro-ministro 

Débora Calheiros Lourenço
Débora Calheiros Lourenço 29 de maio de 2025 às 18:35
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A confirmação foi avançada pela própria Presidência, no seu site.

O Presidente da República, Marcelo de Sousa, já indigitou Luís Montenegro como primeiro-ministro. 

"Atentos os resultados das eleições para a Assembleia da República, ouvidos os Partidos Políticos nela representados, nos termos constitucionais, e assegurada a viabilização parlamentar do novo Executivo, o Presidente da República indigitou hoje o Dr. Luís Montenegro como Primeiro-Ministro do XXV Governo Constitucional", é possível ler-se na nota publicada no site da Presidência da República.  

A Aliança Democrática venceu as eleições legislativas antecipadas e conseguiu 91 deputados, o Chega acrescentou oito deputados à sua bancada, tendo agora 58, e o PS ficou reduzido a 50, o que levou à demissão de Pedro Nuno Santos. 

Uma vez que o Chega já garantiu que não vai viabilizar a moção de rejeição anunciada pelo PCP é já certo que esta vai ser chumbada. Assim sendo, o novo Executivo, que mantém pelo menos o primeiro-ministro, não deve encontrar resistência no início dos trabalhos. 

O presidente do PDS já tinha estado hoje no Palácio de Belém, numa reunião com Marcelo Rebelo de Sousa, que durou cerca de 40 minutos e onde esteve acompanhado pelas vice-presidentes do PSD Leonor Beleza e Inês Palma Ramalho e pelo secretário-geral e líder parlamentar do partido, Hugo Soares. 

Há saída do Palácio de Belém, Luís Montenegro referiu que vai "dedicar os próximos dias" a formar governo. O líder do PSD garantiu que está focado "em dar resposta às principais preocupações das portuguesas e dos portugueses", dando "primazia ao crescimento da economia" possibilitando os rendimentos das famílias, mas também das empresas.  

O primeiro-ministro referiu ainda que pretende melhorar os setores públicos, as políticas de imigração, a segurança e a política fiscal.

Montenegro garantiu também que vai governar "contando com todos" com o objetivo de "agregar e unir", não respondendo às perguntas sobre se tem um parceiro preferencial entre os dois maiores partidos da oposição.  

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