O primeiro-ministro partilhou na rede social X um comunicado do Governo português, numa posição que condena o Irão, ao mesmo tempo que apela à paz.
O comunicado divulgado este sábado faz um apelo "à máxima contenção para evitar uma escalada, preservar a paz e a segurança internacionais e garantir a estabilidade regional, em linha com a Carta das Nações Unidas", cujo presidente já condenou o ataque por parte dos EUA e Israel.
Irão garante que ataques israelitas atingiram uma escolaAP
Este sábado, António Guterres lembrou que todos os Estados-membros devem “respeitar as suas obrigações perante o direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas”, que proíbe “a ameaça do uso da força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”.
Para o Governo português, a garantia dessa estabilidade passa pela cessação do programa nuclear do Irão "há muito uma preocupação da comunidade internacional". "Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível".
O comunicado condena os que define como "injustificáveis" ataques do Irão aos países vizinhos da região - entre eles, a Arábia Saudita, o Catar, os Emiratos Árabes Unidos, o Kuwait e a Jordânia -, que devem cessar imediatamente".
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