NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
Em causa estará uma angariação de fundos para o partido, que terá sido promovida pelo deputado antes de ser ter sido eleito pela primeira vez, através de um vídeo na plataforma Youtube, na qual disponibilizou uma conta da sua filha.
O líder do Chega, André Ventura, admitiu esta sexta-feira retirar consequências do caso que envolve o deputado João Tilly, suspeito de um crime de participação na atribuição e obtenção de financiamento proibido.
Ventura admite consequências para Tilly por suspeitas no financiamento do ChegaMIGUEL A. LOPES/LUSA
Ventura referiu que se trata "de uma questão relacionada com a conta de Youtube" e que aconteceu antes de Tilly ser deputado e salientou que "o Chega nada tem a ver com isto, nem sequer foi chamado nem envolvido no processo".
"É uma questão que tem uma natureza pessoal, dele próprio, e não era sequer deputado do Chega, e nem sequer o Chega foi chamado nem envolvido ao processo. Porém, como vocês já sabem, para mim as regras são sempre iguais, o deputado vai ser ouvido, ele próprio já me teve a oportunidade de explicar. [...] Caso se chegue a essa conclusão, haverá consequências. Nós somos sempre muito claros e muito lineares nisso, seja quem for e seja que deputado for", indicou.
"Vamos ver o que corre em relação ao deputado João Tilly e no final sabem que eu estarei cá para fazer essa avaliação, sem nunca me refugiar em lugar nenhum", acrescentou o líder do Chega.
Em conferência de imprensa, André Ventura foi questionado sobre o levantamento da imunidade parlamentar do deputado João Tilly, para que responda num processo relacionado com suspeitas de irregularidades no financiamento do partido.
Ventura disse que se tratou de "€150 que foram monetarizados pela conta de Youtube".
Num vídeo publicado na quinta-feira, o deputado confirmou que está em causa uma transferência de 150 euros em 2021, identificada como "donativo", depois de ter disponibilizado uma conta bancária e um contacto de 'mbway' (plataforma que permite o envio de dinheiro através do número de telefone) para quem quisesse "contribuir para o canal ou poder ajudar".
"Esse dinheiro [foi] para o meu canal, não tem nada a ver com o partido", disse.
Fonte ligada ao processo disse à Lusa que foi levantada a imunidade do deputado eleito pelo círculo de Viseu para que seja constituído arguido e interrogado como tal no âmbito de suspeitas de um crime de participação na atribuição e obtenção de financiamento proibido.
Em causa estará uma angariação de fundos para o partido, que terá sido promovida pelo deputado antes de ser ter sido eleito pela primeira vez, através de um vídeo na plataforma Youtube, na qual disponibilizou uma conta da sua filha.
De acordo com o Jornal de Notícias, o vídeo foi publicado em dezembro de 2021 e João Tilly partilhou as informações corretas do partido para donativos, mas indicou também o contacto da filha como alternativa.
Líder do Chega admite consequências para deputado João Tilly
Publicamos para si, em três periodos distintos do dia, o melhor da atualidade nacional e internacional. Os artigos das Edições do Dia estão ordenados cronologicamente aqui ,
para que não perca nada do melhor que a SÁBADO prepara para si. Pode também navegar nas edições anteriores, do dia ou da semana. Boas leituras!
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.