Secretário de Estado esteve na Mata do Buçaco, para ver conclusão da primeira fase das obras de recuperação dos estragos provocados pela tempestade tropical Leslie.
O secretário de Estado dasFlorestasassegurou esta quinta-feira, na Mealhada, que a área total deeucaliptono território nacional "é para diminuir e não para aumentar".
A área total de eucalipto, a nível nacional, "é para diminuir e não para aumentar", afirmou o secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, que falava aos jornalistas na reabertura da Mata do Buçaco, após a conclusão da primeira fase das obras de recuperação dos estragos provocados pela tempestade tropical 'Leslie'.
De acordo com Miguel Freitas, no âmbito da discussão pública do Plano Regional de Ordenamento Florestal do Centro Litoral, que está a ser ultimado, as comunidades intermunicipais apresentaram algumas preocupações com as metas do eucalipto para a região.
Em declarações àLusa, Miguel Freitas reforçou que nos concelhos onde já há 25% ou mais de área de povoamentos florestais de eucalipto não há possibilidade de aumento, apenas de diminuição.
Já nos concelhos com menos de 25% de área de eucalipto e que tenha vocação elevada para esta espécie, há a possibilidade de "aumentar em 10% da área que existe", desde que não exceda o limiar de 25% da área florestal do concelho.
O membro doGovernosalientou que os actuais planos regionais de ordenamento florestal têm em conta o inventário florestal nacional de 2010, sendo que no início de 2019 vai ser publicado o inventário de 2015, o que vai permitir a correcção das metas de povoamentos de eucaliptos, visto que, "certamente, alguns municípios já terão mais área de eucalipto do que teriam em 2010".
Miguel Freitas frisou ainda que, mesmo nos casos em que é possível aumentar a área de eucaliptal, tal está condicionado ao parecer dos próprios municípios e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
Governo assegura que área de eucalipto vai reduzir a nível nacional
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