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Ex-chefe do Estado-Maior da Armada defende que a utilidade do voto não serve "para responder a um partido" porque nas eleições presidenciais o que está em causa não são "lealdades partidárias".
O candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo defendeu hoje que os seus adversários não precisam de pedir o voto útil, alegando que este aparece naturalmente quando os eleitores veem utilidade no seu voto.
Gouveia e Melo, candidato à Presidência da RepúblicaLusa
"Falaram tanto em sondagens, estavam tão confiantes nas sondagens e de repente começam a pedir o voto, o voto útil. O que é que está em causa? O que é que se sabe que eu não sei? O que é que mete medo a estas pessoas? Porquê o voto útil? As pessoas não precisam de pedir o voto útil porque o voto útil aparece naturalmente na mente dos portugueses quando veem a utilidade no seu voto", declarou, num encontro com apoiantes em Castro Daire.
De acordo com o ex-chefe do Estado-Maior da Armada, a utilidade do voto não serve "para responder a um partido" porque nas eleições presidenciais, ao contrário das eleições legislativas, o que está em causa não são "lealdades partidárias".
O candidato falava durante uma intervenção num encontro com apoiantes em Castro Daire, no distrito de Viseu, no qual marcou também presença António Correia de Campos, antigo ministro da Saúde do PS e mandatário da candidatura de Gouveia e Melo por Viseu.
Falando perante algumas dezenas de pessoas, Gouveia e Melo reiterou que se candidata a Presidente da República para unir e não dividir os portugueses, garantindo que não vai oferecer "falsas promessas" e prometendo mudança para contrariar a estagnação que se vive no país.
"Portugal está estagnado e vêm candidatos do sistema que há 20 anos tem um Portugal estagnado oferecer novas soluções. Mas que novas soluções? São velhas soluções, não são novas soluções. São velhas soluções. E se quisermos velhas soluções vamos continuar estagnados. Eu, contrariamente à estagnação em que nós estamos, quero oferecer uma coisa", sublinhou.
O candidato defendeu, ainda, que o equilíbrio "não se faz com uma ideia partidária", mas sim com isenção, independência e de forma suprapartidária, reiterando que foi por isso, também, que se apresentou às eleições de 18 de janeiro.
"Não respondo a nenhuma lealdade partidária, não respondo a nenhuma lealdade de nenhum interesse, só respondo perante vocês, porque vocês querem de certeza que o Presidente seja exigente com a governação, que seja a vossa palavra no sistema político e uma palavra de união dos portugueses, não de divisão dos portugueses", afirmou.
Gouveia e Melo diz que adversários não precisam de pedir o voto útil
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