Presidenciais: Segunda volta realiza-se este domingo em 20 freguesias e secções de voto
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.
Eleição foi adida uma semana devido aos efeitos do mau tempo.
Candidato às presidenciais considera que "houve falhas no planeamento, no aviso antecipado, nos alertas claros à população, na comunicação do perigo e no aconselhamento prático do que deveria ser feito".
Gouveia e Melo considera que está a deixar aos portugueses que confiaram em si "como candidato independente" um contributo "para uma escolha consciente e esclarecida".
Rio justificou o voto, afirmando não querer “um Presidente populista, um Presidente que não tem problemas nenhuns em mentir e em utilizar argumentos falaciosos para conseguir subir, utilizar demagogia, um Presidente do Tik-Tok”.
António José Seguro e André Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, em 08 de fevereiro, depois de, em 18 de janeiro, o candidato apoiado pelo PS ter conquistado 31,12% dos votos e Ventura, líder do Chega, obtido 23,52%.
António José Seguro venceu a primeira volta das eleições presidenciais com 31%, disputando a segunda volta com André Ventura a 8 de fevereiro.
São autarcas, deputados, dirigentes e históricos do PSD, CDS e IL que já anunciaram o voto no candidato apoiado pela esquerda.
Candidato previa encaixar 1 milhão em apoios públicos mas os votos que recebeu no último domingo ficaram aquém do esperado.
Passos Coelho não fez qualquer declaração sobre as eleições presidenciais até domingo.
Politólogo António Costa Pinto analisa resultados das eleições.
Seguro e Ventura vão disputar a segunda volta das eleições presidenciais, a 8 de fevereiro.
O candidato liberal quase conseguiu duplicar a votação face ao espaço da IL, mas não conseguiu passar à terceira volta. Cotrim não quis endossar votos, nem dar a opinião sobre em quem votará na "péssima escolha", como lhe chamou, entre Seguro e Ventura. Afastou candidatar-se à IL, cuja liderança - por Mariana Leitão - considerou estar "bem entregue".
A noite foi escura para Henrique Gouveia e Melo. "Estas eleições presidenciais foram umas legislativas", afirmou.
"Tive a oportunidade de dizer várias vezes que o Almirante tinha alguma dificuldade em fazer passar a mensagem sobre a necessidade [de ter alguém em Belém com] as suas qualidades pessoais e políticas para gerir situações em tempos de crise", considera Isaltino Morais, em relação ao candidato presidencial Henrique Gouveia e Melo.
O candidato apoiado pelo PS consegue cerca de 32% dos votos e o candidato do Chega 23%.