Chega. "Tachos" para namorada do vereador e filha de dirigente provocam cisão
Alexandre R. Malhado
Paula Brito da Costa acusa associação de despedimento ilegal e alega que enfrenta depressão depois de ter sido afastada.
A ex-presidente da Raríssimas exige uma indemnização de 147 mil euros por ter sido despedida da instituição. O julgamento tem início esta quinta-feira no Tribunal de Trabalho de Loures. No processo, Paula Brito da Costa alega que, na sequência do escândalo que a afastou da direção da associação de apoio a crianças com doenças mentais e raras, se separou, sofreu de ansiedade e enfrentou uma depressão.