Espiões, gangues e militantes no ciberespaço: "nada ficará como antes"

Espiões, gangues e militantes no ciberespaço: 'nada ficará como antes'
Paulo Batista Ramos 21 de fevereiro

Hackers, crackers, hacktivistas e black hats: há muitas intenções, atores e tipo de operações, mas o novo mapa das ameaças na Internet está mesmo em expansão. E ainda pode piorar.

Na consequência de um ciberataque perpetrado por crackers a uma empresa de telecomunicações portuguesa, veio o CEO dessa empresa declarar ter sido alvo de um ato de terrorismo. Na realidade, durante a semana passada foram sentidos alguns picos de pânico social com origens em ataques sucessivos ocorridos no ciberespaço nacional. A segurança é um conceito ambíguo. Esta perceção é acentuada quando os autores da ameaça são invisíveis, como é o caso dos ciberataques. Neste contexto surgem, amiúde, acontecimentos catalisadores, alterando e agravando o nosso sentimento de insegurança, alertando-nos para futuros perigos. Nada ficará como antes.

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