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Escutas revelam que banqueiros estavam dispostos a perdoar dívida a Berardo

Carlos Rodrigues Lima
Carlos Rodrigues Lima 31 de março de 2026 às 23:00

Investigação a Joe Berardo revelou como os homens fortes do BCP e do Novo Banco estavam disponíveis para perdoar mais de metade da dívida de mil milhões. Judiciária descreveu suspeitas de gestão danosa na Caixa Geral de Depósitos, mas ninguém foi acusado. Carlos Santos Ferreira passou património para a mulher.

Com o vírus da Covid-19 ainda presente na sala de interrogatórios do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), em junho de 2021, o juiz Carlos Alexandre bem incentivou o Ministério Público a pôr à sua frente mais pessoas, além dos dois detidos que lhe foram presentes: José (Joe) Manuel Berardo e o seu fiel advogado, André Luiz Gomes, ambos suspeitos de burla qualificada aos três bancos que emprestaram dinheiro ao empresário/especulador: a Caixa Geral de Depósitos (CGD), o Millennium BCP e o BES (Novo Banco).

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