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Director da PJM confessa que aparecimento de armas de Tancos foi encenado

Director da Polícia Judiciária Militar afirma que encenou aparecimento de material de Tancos por interesse nacional. Arguido vai recorrer da medida de prisão preventiva.

O coronel que dirige a Polícia Judiciária Militar, Luís Vieira, confessou ao juiz João Bártolo que o aparecimento de material bélico roubado em Tancos em Junho de 2017 foi encenado. Vieira invocou o interesse nacional para os militares terem feito um "acordo de cavalheiros" com o ladrão das armas, um ex-fuzileiro de 36 anos, para que este pudesse devolver o material roubado sem serem sofridas consequências, ou seja, fugindo à justiça.

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