Presidente da República manifesta pesar por morte de militar em Lamego
Alferes de Infantaria morreu durante a frequência do Curso de Operações Especiais em Lamego, no distrito de Viseu.
Alferes de Infantaria morreu durante a frequência do Curso de Operações Especiais em Lamego, no distrito de Viseu.
Na sequência de um incidente ocorrido durante a frequência do Curso de Operações Especiais.
Além dos casos que estão em inquérito, houve dezenas de adjudicações a empresas que tinham os mesmos sócios, como se fossem concorrentes. Gouveia e Melo nega ter tido conhecimento de quem eram os donos
"Espero que não seja mais um daqueles casos da chamada campanha suja que alguns dos órgãos de comunicação social têm feito eco", disse o candidato.
"Venham-me acusar na cara e com provas de que tive ganhos diretos", desafiou o candidato presidencial.
Em causa, 57 contratos aprovados pelo agora candidato presidencial. Tribunal da Relação acusou-o, em 2018, de fabricar notícias nos jornais. Emails mostram guerras e jogos de bastidores
Newsletter de segunda-feira.
Ministro da Defesa reagia à notícia do Público que dá conta de que os quatro helicópteros Black Hawk que a Força Aérea vai adquirir só podem aterrar num dos setes heliportos hospitalares autorizados.
Marinheiros tinham sido condenados a penas de suspensão entre 10 e 90 dias.
Major pede 50 mil euros para pagar parte da sua defesa e do seu sargento, mas à SÁBADO admite que seria necessário "substancialmente muito mais" dinheiro. Até ao momento ainda só reuniu 7% do valor requerido, mas admite ter esperança. "Temos que ter fé, porque a Justiça é feita pelos homens ."
João Paulino, o autor confesso do furto, foi condenado a oito anos. João Pais foi sentenciado a cinco anos de prisão efetiva e Hugo Santos, a sete anos e seis meses.
Os militares foram acusados pela Marinha de "desobediência a uma ordem" e de terem feito "sair determinado tipo de informação para uma associação militar".
A polémica com o navio 'Mondego' remonta a março, depois de a Marinha ter falhado uma missão de acompanhamento de um navio russo a norte da ilha de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, após a recusa de 13 militares em embarcar, alegando falta de condições de segurança.
Avaria levou a que o navio tivesse que abortar uma missão nas Ilhas Selvagens na semana passada, tendo sido rebocado para o porto do Caniçal.
O navio da Marinha, recentemente envolvido numa polémica por 13 militares terem recusado cumprir uma missão, teve hoje de abortar uma tarefa de rendição dos agentes da Polícia Marítima e de elementos do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza nas Ilhas Selvagens, na Madeira, por motivos de "ordem técnica".
Os 13 militares não foram constituídos arguidos, nem foi estabelecido um novo prazo para audição, explicou advogado.