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Autarca de Barcelos afasta-se da Câmara durante um mês

António Pedro Pereira 09 de junho de 2019 às 15:22

Miguel Costa Gomes, em prisão domiciliária na Operação Teia, vai avançar com um requerimento, pedindo a sua substituição nas funções, o que lhe permite manter o cargo de presidente

O presidente da Câmara de Barcelos, Miguel Costa Gomes, suspeito de corrupção na "Operação Teia" e em prisão domiciliária, vai avançar com um pedido de substituição das funções por 29 dias. Na prática, Costa Gomes vai manter-se em funções, mas cede-as ao vice-presidente da autarquia, Maria Armandina Saleiro, como se estivesse de férias ou no gozo de uma licença. O requerimento, segundo a SÁBADO apurou, vai dar entrada na próxima terça-feira. No mesmo dia, o autarca vai pedir ainda ao juiz de instrução para explicar melhor outra das medidas de coacção que lhe foi imposta: a proibição de contactos com funcionários da Câmara.

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