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Apagão: um ano depois, continuamos às escuras

Francisco Máximo Gaié , Rita Rato Nunes 14 de abril de 2026 às 23:00

Hoje há mais centrais de blackstart, mas a Grande Lisboa continua vulnerável. A maternidade Alfredo da Costa reforçou a capacidade dos geradores, mas não se sabe o que foi feito nos hospitais. O mesmo nas prisões – há seis em que a luz falhará certamente numa nova crise –, semáforos, telecomunicações e abastecimento de água.

Desde 1 de janeiro de 2026 que as centrais hidroelétricas do Alqueva e do Baixo Sabor se juntaram às de Castelo de Bode e da Tapada do Outeiro e estão operacionais para prestar o serviço de blackstart (capacidade de arrancar do zero, sem recorrer à rede elétrica externa) em caso de apagão. Quer isto dizer que, em teoria, se o País voltasse a ficar às escuras recuperaria a luz mais cedo que no dia 28 de abril de 2025, quando precisou de 12 horas.

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