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"Nunca disse quem ia apoiar e agora apoiamos todos o novo secretário-geral do PS que é o Pedro Nuno Santos", disse António Costa depois de uma reunião com o novo secretário-geral.
António Costa já começou a passar o testemunho a Pedro Nuno Santos, o novo secretário-geral do Partido Socialista.
JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
"Nunca disse quem ia apoiar e agora apoiamos todos o novo secretário-geral do PS que é o Pedro Nuno Santos", disse António Costa aos jornalistas à saída do primeiro encontro com o novo líder dos socialistas.
O primeiro-ministro sublinhou que "nenhum líder do PS está obrigado a ganhar eleições nenhuma" e que não se pode pedir a alguém que faça "em três meses o que outros fizeram vários anos", mas lembra que o PS sai de um "bom ponto de partida". E deixou ainda uma promessa: "Cada um que chega é natural que faça diferente e eu não estarei cá a assombrar ninguém", afastando hipóteses de fazer parte de executivos futuros.
"As circunstâncias são difíceis para o país porque tínhamos um contexto de estabilidade que foi interrompido", afirmou António Costa sobre os desafios do futuro líder. O ainda primeiro-ministro reconheceu que o contexto internacional é de dificuldade, mas fez questão de sublinhar que "felizemente podemos encarar esse contexto numa situação financeira tranquila, coisa que no passado não aconteceu".
"O Pedro Nuno Santos tem menos uns anos do que eu, teve um ano menos desgastante que eu tive e como toda a liderança que cheg traz novas ideias, eu quando cheguei também trouxe um novo impulso e uma nova energia, o António José Seguro também trouxe um novo impulso e uma nova energia e um dia, daqui a muitos anos, quando o Pedro Nuno Santos for substituído também há-de chegar alguém que dará uma nova energia", concluiu ainda António Costa, lembrando o seu adversário das primárias que precederam os seus governos.
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