Ana Catarina Mendes sobre teletrabalho: "Entre fracos e fortes, Estado deve intervir para reparar equilíbrio"

Ana Catarina Mendes sobre teletrabalho: 'Entre fracos e fortes, Estado deve intervir para reparar equilíbrio'
Leonor Riso 18 de novembro

Líder parlamentar do PS assina texto de opinião no jornal britânico The Guardian sobre leis do direito a desligar e do teletrabalho. "Regulação do mercado de trabalho não pode ignorar a desigualdade inata entre as partes", alega.

Ana Catarina Mendes, líder parlamentar do PS, publicou um texto de opinião no jornal britânico The Guardian em que descreve a nova lei do teletrabalho e do direito a desligar como "um passo essencial para fortalecer as fronteiras necessárias para um bom equilíbrio entre a vida profissional e pessoal". A nova lei foi divulgada na imprensa internacional. 

Ana Catarina Mendes frisa que "sob as novas leis, os empregadores vão enfrentar sanções caso enviem sms, telefonem ou enviem emails aos seus funcionários quando estão no período de descanso". 

"Para nós, é um passo essencial para fortalecer as fronteiras necessárias para um bom equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Deve existir uma fronteira entre o tempo quando a autoridade do empregador prevalece, e o tempo em que a autonomia do funcionário deve prevalecer", escreve a líder do PS. 

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