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Boys partidários em vez de gestores. Administradores hospitalares processam Estado

Vinte e quatro administradores hospitalares, de norte a sul do País, levaram o Estado a tribunal por congelamento da carreira nas últimas duas décadas. O Governo prefere contratar boys.

Uma administradora do INEM, outra do Hospital de Santo António, no Porto, outra do Amadora-Sintra, outro de Coimbra, outro do Alentejo... a lista tem nomes de administradores hospitalares de carreira de norte a sul do País. No total, são 24 distribuídos por várias ações judiciais. A maior parte deu entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa e une oito gestores. Tem por objetivo chamar à tábua o Ministério da Saúde de Ana Paula Martins, representantes do Estado português, do Ministério Público e da Administração Central dos Serviços de Saúde (ACSS). Os gestores queixam-se de não terem progressão na carreira há 24 anos por ausência de abertura dos concursos previstos para este efeito, e pedem os retroativos e juros correspondentes a este tempo.

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