Van Dyke ganhou mais de 400 mil dólares no mercado de apostas e acabou por sair sob caução.
Um soldado das forças especiais dos EUA que participou no rapto de Nicolas Maduro, vai ser libertado sob caução, depois de acusado de usar informação privilegiada para ganhar mais de 400 mil dólares no mercado de apostas.
Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, em Nova Iorque EPA
Um juiz federal no Estado da Carolina do Norte informou esta sexta-feira que iria autorizar a libertação de Gannon Ken Van Dyke, a quem determinou a apresentação a um tribunal federal em Nova Iorque na terça-feira, para o caso prosseguir aí.
Durante a audiência de cerca de uma hora, Van Dyke falou pouco.
Os procuradores federais acusaram Van Dyke de usar o seu acesso a informação classificada sob a operação de rapto de Maduro em janeiro para ganhar dinheiro no sítio de apostas designado Polymarket.
Ganhos massivos obtidos com apostas colocadas em tempo chamaram a atenção pública dia depois do raid à Venezuela.
O súbito crescimento deste mercado motivou um escrutínio crescente do Congresso e governos estaduais.
Alguns congressistas constataram apostas muito específicas e temporalmente muito bem ajustadas relativas à guerra promovida por Israel e EUA ao Irão e às decisões de Donald Trump, o que os levou a iniciativas com a prevenir e punir o uso de informação privilegiada.
O governo de Trump apoia a expansão do mercado de apostas.
O filho mais velho de Trump é conselheiro da Polymarket e da rival Kalshi, além ser também acionista daquela.
A própria plataforma das redes sociais de Trump, a Truth Social, está a lançar o seu próprio sítio para apostas, designado Truth Predict.
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