O capitalismo foi um "falhanço flagrante"

O capitalismo foi um 'falhanço flagrante'
Diogo Barreto 23 de outubro de 2017

A primeira-ministra neozelandesa, considera que não se pode medir sucesso apenas com crescimento económico. É preciso ter em conta "a qualidade de vida".

Foi um desafio aberto à teoria económica que dominou grande parte das sociedades ocidentais do século XX. Mas isso não impediu a primeira-ministra eleita da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, 37 anos, de declarar que o capitalismo foi um "falhanço flagrante". 

Para a pessoa mais jovem a liderar os neozelandeses desde 1856, é necessário mudar os parâmetros que medem o "sucesso económico" de um método, para que estes possam ter em conta "a habilidade das pessoas terem uma vida com significado". 

Ardern cita os níveis de pobreza, de pessoas sem casa e os ordenados baixos como prova de que o "mercado falhou" os pobres do seu país. Na sua primeira entrevista enquanto chefe de Estado do seu país, a política disse mesmo, ao programa The National, que o capitalismo tinha falhado ao seu povo. "O capitalismo falhou-nos."

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