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Gronelândia: Portugal defende "resposta unida e bastante forte" a ameaças dos EUA

O ministro das Finanças, Miranda Sarmento, diz que "há linhas que não se ultrapassam", como a da soberania.

O Governo português defendeu uma "resposta unida e bastante forte" da União Europeia (UE) às ameaças do Presidente norte-americano, Donald Trump, de avançar com tarifas a alguns países comunitários por oposição ao controlo da Gronelândia pelos Estados Unidos.

Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças
Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças DR

"Não vou antecipar decisões que o Conselho Europeu tomará, ao nível dos primeiros-ministros e dos chefes de governo, mas tem de ser uma resposta unida e uma resposta bastante forte porque há linhas que não se ultrapassam e a soberania dos Estados é uma dessas", disse o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em Bruxelas.

"Vamos discutir isso hoje e amanhã [na reunião do Eurogrupo hoje e do Ecofin na terça-feira] e há um Conselho Europeu quinta-feira", acrescentou, falando aos jornalistas portugueses na chegada à reunião dos ministros das Finanças da zona euro, dias depois de Trump ter ameaçado avançar com a oito países europeus, seis dos quais da UE, num contexto de tensões relativamente ao território autónomo da Dinamarca, a Gronelândia.

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