Espanha garante crescimento com imigrantes, Portugal dificulta integração
Newsletter de segunda-feira.
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A imprevisibilidade da Casa Branca está a aproximar os seus parceiros tradicionais da China. Cátia Miriam Costa considera que o gigante asiático "se tem revelado mais estável do que os EUA".
Em profunda crise energética e económica, Cuba tem dependido fortemente da ajuda estrangeira e de carregamentos de petróleo de aliados como o México, a Rússia e, anteriormente, a Venezuela.
Starmer lidera uma delegação com mais de 50 empresários britânicos na sua visita oficial à China, a primeira realizada por um chefe de Governo do Reino Unido em oito anos.
As declarações surgem depois de Xi Jinping ter recebido Keir Starmer em Pequim, e semanas após um encontro semelhante com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney.
No mais recente ataque na sua guerra comercial com o Canadá Trump afirmou na quinta-feira estar a retaliar por as autoridades canadianas não certificarem os jatos da norte-americana Gulfstream.
Trump disse recentemente que o governo cubano está prestes a cair e que a ilha não receberia mais carregamentos de petróleo da Venezuela após uma operação militar norte-americana ter capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.
Esta foi a segunda conversa entre os dois líderes no último mês, depois de Trump ter ameaçado lançar ataques contra os cartéis de droga mexicanos.
Da Dinamarca ao Canadá, muitos dos tradicionais aliados dos EUA já foram ameaçados por Trump desde que regressou à Casa Branca. Chegou agora o momento do Ocidente o isolar?
O novo CEO do Esporão acredita na valorização da uva e na produção sustentável como garante de futuro. "Vai sempre haver um momento para o vinho", assegura.
Acordo fechado com a Índia vai permitir às empresas europeias exportarem de forma mais barata e simples. Comissão Europeia estima poupança de até 4 mil milhões em tarifas.
Em comunicado entretanto divulgado em Bruxelas, a Comissão Europeia assinalou que este é "o maior acordo alguma vez celebrado por qualquer uma das partes".
A arma comercial preferida do Presidente dos EUA está de regresso, com a ameaça de taxas de 25% sobre a Coreia do Sul caso o parlamento não ratifique o acordo entre os dois países. Nas últimas semanas, foram vários os países visados, por motivos diferentes.
"Estamos empenhados em não procurar acordos de comércio livre com economias não de mercado sem notificação prévia", afirmou Mark Carney
Trump deixou o aviso que “a China vai devorar o Canadá vivo, vai destruí-lo completamente, incluindo os seus negócios, tecido socia e modo de vida em geral”.
Posição do presidente dos EUA surge depois de o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, ter anunciado um acordo preliminar em Pequim.