O anúncio foi feito pela justiça israelita este domingo que acusa os jovens de 21 e 17 anos de cumplicidade no homicídio de uma família palestiniana, incluindo um bebé, vítimas de um incêndio provocado na sua casa na Cisjordânia
Dois israelitas foram este domingo acusados de assassinato e de cumplicidade no homicídio de uma família palestiniana, incluindo um bebé, vítimas de um incêndio provocado na sua casa na Cisjordânia, anunciou a justiça israelita.
Na sequência do incêndio, que ocorreu a 31 de Julho de 2015 na aldeia palestina de Duma, morreram três membros da família, incluindo o bebé de 18 meses.
O procurador-geral acusou Amiram Ben Uliel, 21 anos, oriundo de Shilo, uma colónia no norte da Cisjordânia ocupada, e um menor de 17 anos de cumplicidade no assassinato da família Dawabcheh.
Na altura do incêndio, as autoridades adiantaram que quatro israelitas pegaram fogo à casa e marcaram as paredes com graffiti antes de fugirem do local.
Este ataque mortal chocou profundamente os palestinianos e suscitou uma ampla condenação entre os israelitas, despertando os demónios do extremismo judaico num clima já tenso, segundo a agência France Presse (AFP).
De acordo com a acusação, Amiram Ben-Uliel deverá responder por três mortes e uma tentativa de assassinato, o de Ahmad Dawabcheh, um menino de quatro anos que ficou gravemente ferido, por fogo posto e conspiração para cometer um crime com motivações racistas.
O menor, cuja identidade não foi revelada, é acusado de conspiração para cometer um assassinato com motivações racistas. É também acusado de envolvimento no incêndio criminoso contra a Abadia da Dormição, em Jerusalém, em maio 2014.
Dois isaelitas acusados de assassinato de família palestiniana
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