Juíza rejeitou duas acusações, uma das quais previa a pena de morte. Prisão perpétua ainda é uma possibilidade.
No final de 2025, correram o mundo as notícias do assassinato, em Nova Iorque, de Brian Thompson, CEO da UnitedHealthcare, a maior seguradora de saúde dos Estados Unidos. O principal suspeito é Luigi Mangione, em prisão preventiva desde então. Mangione, que se declarou inocente, ainda caminha por uma corda bamba, mas esta sexta-feira, a juíza Margaret M. Garnett eliminou a pena de morte do seu caminho, pelo menos para já. Alguns meios de comunicação social, como a NBC, reportam que a juíza "rejeitou duas das quatro acusações federais contra Mangione: homicídio com recurso a arma de fogo, que prevê a pena de morte, e um crime relacionado com porte de arma".
Luigi Mangione vai a tribunal em Manhattan pelo assassinato do CEO da UnitedHealthcareAP Photo/Gene J. Puskar, Pool
O arguido ainda enfrenta duas acusações federais de perseguição, que acarretam uma pena máxima de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional. O julgamento federal arranca a 8 de setembro com a seleção do júri e as sessões a partir de 13 de outubro. Há, no entanto, um caso separado de homicídio a nível estadual, onde Mangione enfrenta prisão perpétua. Mas a data do julgamento ainda não está agendada.
Segundo as autoridades, a mochila de Mangione continha uma arma impressa em 3D, documentos de identidade falsos, um caderno e anotações que detalhavam as suas queixas contra o sistema privado de saúde nos Estados Unidos.
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