O exército do regime de Bashar al-Assad conduz uma ofensiva para recuperar ao Estado Islâmico o vasto deserto sírio que se estende do centro do país às fronteiras iraquianas e jordanas
Pelo menos 25 elementos do grupo 'jihadista' Estado Islâmico (EI) foram mortos numa operação do exército sírio com cobertura aérea russa no centro do país em guerra, informou hoje o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
Com o apoio de Moscovo, o exército do regime de Bashar al-Assad conduz uma ofensiva para recuperar ao EI o vasto deserto sírio que se estende do centro do país às fronteiras iraquianas e jordanas.
No sábado, "25 membros do EI foram mortos e outros ficaram feridos numa operação das forças do regime sírio com o apoio de aviões e helicópteros militares russos" no nordeste da província de Homs (centro), disse à agência France Presse Rami Abdel Rahmane, diretor do OSDH.
Seis combatentes das forças governamentais também foram mortos nos confrontos, segundo fontes no terreno.
Uma fonte militar síria citada pela agência oficial SANA disse, por seu turno, que a operação foi bem-sucedida, permitindo ao exército apoderar-se de três localidades em pleno deserto.
Desde maio que o exército sírio tem vindo a expulsar os 'jihadistas' de largas zonas da província de Homs. Segundo o OSDH, o EI já não ocupará mais que algumas dezenas de localidades no leste desta região.
A 06 de agosto, o OSDH divulgou a captura pelo regime de Al Sujna, a última cidade que o EI controlava na província de Homs e no sábado o exército confirmou que controla completamente esta cidade estratégica.
"A libertação de Al Sujna dos terroristas do EI abre possibilidades às forças governamentais sírias para lançarem um assalto e acabar com o cerco de Deir Ezzor", indicou o exército num comunicado.
Desencadeado em março de 2011 para reprimir manifestações pró-democracia, o conflito na Síria agravou-se ao longo dos anos, com o envolvimento de diferentes atores regionais e internacionais, assim como grupos terroristas, num território fragmentado.
A guerra já causou mais de 330 mil mortos e milhões de deslocados.
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.