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Governo não tem indicação de portugueses afetados pelos ataques dos Estados Unidos

Lusa 03 de janeiro de 2026 às 11:18

Embaixada de Portugal na Venezuela já pediu aos cidadãos nacionais que permançam em casa.

O Governo português disse este sábado à Lusa que não há, até ao momento, indicações de que cidadãos portugueses tenham sido afetados pelos .
Venezuela foi atacada pelos EUA durante a madrugada EPA
"Até ao momento não temos indicação de que a comunidade portuguesa esteja a ser afetada", indicou fonte oficial. A embaixada de Portugal em Caracas e os consulados-gerais em Caracas e Valência apelaram hoje à comunidade portuguesa na Venezuela , após os Estados Unidos terem realizado ataques aéreos, nomeadamente na capital. Os consulados-gerais portugueses na capital venezuelana e em Valência disponibilizaram "canais destinados a situações urgentes", nomeadamente contactos telefónicos, correio eletrónico ou através da plataforma de mensagens Whatsapp, "reforçando o compromisso do Estado português com a proteção e assistência" dos cidadãos nacionais. No mesmo comunicado, as autoridades referem que a utilização destes contactos destina-se "exclusivamente a situações de comprovada urgência". Além disso, recomendam que os cidadãos nacionais residentes na Venezuela mantenham os seus contactos atualizados, "a fim de garantir uma comunicação eficaz e atempada com os serviços consulares portugueses sempre que se revele necessário". Cerca de 220.000 pessoas estavam registadas nos serviços consulares na Venezuela em novembro do ano passado, mas este número não inclui os lusodescendentes, pelo que as autoridades calculam que a dimensão da comunidade "seja bastante superior". A comunidade portuguesa na Venezuela é uma das maiores da diáspora, sendo a segunda maior da América Latina, depois do Brasil. O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje um "ataque em grande escala" na Venezuela para a captura do chefe do Estado venezuelano, Nicolas Maduro, que foi . O Governo de Caracas denunciou uma "gravíssima agressão militar" dos Estados Unidos, após explosões na capital durante a noite, e decretou o estado de exceção. É desconhecido, para já, o paradeiro de Nicolas Maduro.
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