ONU já prestou assistência alimentar a 286 mil pessoas afetadas pelos sismos na Venezuela
Segundo o último balanço atualizado divulgado pelas autoridades, 6.438 pessoas faleceram e 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.
Segundo o último balanço atualizado divulgado pelas autoridades, 6.438 pessoas faleceram e 86.358 pessoas foram assistidas nos hospitais depois dos sismos.
Duplo sismo que assolou o país a 24 de junho matou 138 cidadãos portugueses, dos quais 118 tinham também nacionalidade venezuelana.
O apelo faz parte de um plano para colmatar as falhas elétricas no país.
Dos portugueses e lusodescendentes mortos, 108 adultos e 28 menores, 116 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Entre os 134 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 106 eram adultos e 28 menores, 114 tinham também a nacionalidade venezuelana.
Porta-voz de associação que presta ajuda humanitária relata que o impacto psicológico está a ser profundo. “Algumas pessoas não aguentaram a dor de perder a família”.
A maioria dos estragos diz respeito a habitações destruídas.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas precisou que o novo apoio será executado através de empresas, no âmbito dos trabalhos de reconstrução das áreas mais afetadas.
Já o número de feridos manteve-se em 16.740, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
O julgamento do antigo presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da sua esposa, Cilia Flores, está marcado para junho. Advogados contestam legalidade do "sequestro militar".
Subida do número de falecidos resultante dos sismos acontece depois de as autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos.
Delcy Rodríguez explicou que os fundos vão permitir "apoiar as famílias afetadas em matéria de habitação, infraestruturas e serviços públicos essenciais, entre outras necessidades".
Destes, 97 eram adultos e 23 menores.
Continuam desaparecidos 50 cidadãos portugueses, menos um do que os 51 contabilizados na terça-feira.
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Há ainda 55 desaparecidos.