Sábado – Pense por si

Diogo Pacheco de Amorim: “Em Coimbra chamavam-me fascista. E nós a eles ‘comunas de merda’”

Alexandre R. Malhado
Alexandre R. Malhado 16 de julho de 2023 às 10:00

Cresceu entre a elite do Estado Novo, em Coimbra furava greves estudantis, durante a tropa “cancelou” o 25 de Abril no Faial e escapou a um mandado de captura do COPCON. Em democracia, foi braço-direito de líderes centristas. Hoje é deputado do Chega.

Brasões de família, fotografias antigas, coleções de livros de capa dura castanhos na prateleira e mobília de outros séculos. Em sua casa no Monte Estoril, a mobília de Diogo Pacheco de Amorim, do Chega, não esconde o berço aristocrático. Após receber aSÁBADOna sua sala e de oferecer os cafés de cortesia do costume, fala-nos dos seus 74 anos de vida.

Para continuar a ler
Já tem conta? Faça login

Assinatura Digital SÁBADO GRÁTIS
durante 2 anos, para jovens dos 15 aos 18 anos.

Saber Mais

O centro, esse buraco negro

O centrismo tem sido proclamado por diversas personalidades que não têm a mais pálida ideia do que fazer ao país. É uma espécie de prêt-à-porter para gente sem cultura política e, pior que isso, sem convicções ou rumo definido.

O sono da razão

A coisa aqui está Preto

Legitimada a sua culpa, estará Sócrates tranquilo para, se for preciso, fugir do país e instalar-se num Emirado (onde poderá ser vizinho de Isabel dos Santos, outra injustiçada foragida) ou no Brasil, onde o amigo Lula é sensível a teses de cabalas judiciais.