Renan Santos. Como o candidato presidencial brasileiro de direita radical veio a Lisboa legitimar-se
Centristas e eleitos do Chega organizaram a visita de Renan Santos. O objetivo? Promovê-lo e legitimá-lo na direita portuguesa.
Centristas e eleitos do Chega organizaram a visita de Renan Santos. O objetivo? Promovê-lo e legitimá-lo na direita portuguesa.
Ministro da Agricultura tem duas casas na capital e €43.660 em rendimentos prediais, mas pediu (e está a receber) subsídio de alojamento de €724. Dezanove ministros e secretários de Estado pediram o mesmo apoio
Consultor foi eleito vereador em Cascais e teve de entregar declaração de rendimentos e património. Nos Indiscrestos desta semana, tempo ainda para as promoções de uma adjunta do ministro da Educação
Entre chamadas, conversas de WhatsApp e reuniões, os mecanismos de entendimentos entre o PSD e o Chega têm sido criados. Hugo Soares é pivô, Abreu Amorim negoceia (e conhece Pacheco de Amorim do MIRN e CDS) e Montenegro formaliza.
Eis a lista com os 43 secretários de Estado.
O fundador do CDS é o próximo retratado na coleção Pequenas Biografias. Como evoluiu o seu pensamento político, as relações com Sá Carneiro e Mário Soares e a aproximação a José Sócrates e ao PS.
O Vaticano já referiu que o Conclave, que decidirá quem será o próximo Papa, será realizado durante o mês de maio.
Para a nova direita radical populista, que avança numa Europa em que “o centro está a desaparecer”, a ideia económica de que o mercado resolve tudo morreu, sublinha Jaime Nogueira Pinto – e o wokismo é alimento para crescer.
No passando, fechar acordos envolveu convívios em casa de Costa, telefonemas entre Marcelo e Guterres e refeições no Tivoli com Manuel Monteiro. E alguma discrição.
Leonor Beleza foi apresentada como cabeça de lista, mas acabou por não o ser. Soares falhou o que queria. Sousa Franco morreu em campanha. Monteiro fez-se uma estrela. Seguro foi apeado depois de ganhar. Nas eleições a que ninguém liga aconteceu sempre muita coisa.
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebeu hoje os sindicatos para continuar as negociações sobre a recuperação dos seis anos, seis meses e 23 dias de tempo de serviço dos professores com diferentes contrapropostas em cima da mesa.
Congresso visa reeleger Nuno Melo como presidente e escolher os novos órgãos.
Lista de governantes após reunião entre o primeiro-ministro e o Presidente da República que durou hora e meia.
O “dia marcante” do centrista Nuno Melo, que, 15 anos depois, voltou a sentar-se no hemiciclo “com a sensação de dever cumprido”. E o “peso da responsabilidade” com que a líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, chegou ao Parlamento. A SÁBADO acompanhou-os no primeiro dia do novo ciclo político.
Em entrevista, Nuno Melo teve de se emendar sobre deixar o PS governar se ganhar, mas diz que só “aditou” informação. Tem agora uma cábula para responder qual é o salário mínimo. Não vai ser “polícia mau” na campanha, mas lembra que fez “muita barra” e trouxe isso para a política.
José Pacheco admite reeditar acordo com PSD nas eleições, algo que Ventura não quer. Antes de ser deputado regional, foi do CDS, vendeu carros em segunda mão, cantou bastante (e muito mais).