Carmen Korn: "É o meu maior trabalho. Nem posso compará-lo"

Rita Bertrand 26 de maio

Com quatro mulheres fortes, histórias de amor e guerra, ideias políticas e um tom familiar, Filhas de uma Nova Era vai apaixonar os fãs de Elena Ferrante - que a autora nunca leu, como revelou à SÁBADO.

Passa-se em Hamburgo e começa em 1918, no fim da Primeira Guerra Mundial, quando a fome e a morte são memórias bem vivas. No âmago da história estão quatro adolescentes: as vizinhas Henny e Käthe, aspirantes a enfermeiras parteiras, a tímida Lina, que prometeu aos falecidos pais cuidar do irmão mais novo, e, de outro estrato social, a mimada Ida, educada para casar por conveniência.

O destino delas cruza-se ao longo das páginas de Filhas de Uma Nova Era, primeiro volume - a terminar em 1948, já depois da II Guerra - da trilogia que fez de Carmen Korn uma vedeta literária na Alemanha e que acaba de ser editado em Portugal, ainda sem data para a publicação dos dois livros que se seguem, trazendo o quarteto até à atualidade. Foi o pretexto desta entrevista.

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