Ricardo Salgado dá golpe de 114 milhões de euros à Caixa Geral de Depósitos

Correio da Manhã 01 de maio
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O objetivo de Salgado é revelado nas escutas realizadas no caso GES. Tudo aconteceu entre 21 e 23 de julho de 2014, no auge do colapso financeiro do GES. O banqueiro saíra há poucos dias do BES. No final desse mês, a Espírito Santo International tinha de pagar a dívida à CGD.

Ricardo Salgado tentou impedir a CGD de executar o penhor das ações da Espírito Santo Finantial Group (ESFG), empresa da família que era dona do BES. As ações da ESFG foram dadas à Caixa como garantia do pagamento de um crédito do banco público à Espírito Santo International (ESI). Com a queda do Grupo Espírito Santo (GES), o banqueiro fez tudo para adiar o pagamento do empréstimo por seis meses. A CGD perdeu 114 milhões de euros.

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