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Entrámos na sala de guerra do Banco dos CTT (e não só)

Joana Carvalho Fernandes 09 de abril de 2016 às 16:42

Ali escreve-se nos vidros e nas paredes. Na sede da instituição também há um piso cheio de informáticos e bancários estrangeiros e uma agência-piloto, a funcionar há meses, só para os da casa

O Banco CTT tem uma sala de guerra. O anúncio, escrito na porta com caneta de tinta lavável, é tão inusitado como o nome da divisão, no 10º andar da sede, no Parque das Nações: "Esta é a war room. Não mexer nas paredes nem nos vidros, por favor." O posto de comando da construção do sistema informático que permite ao banco postal funcionar parece um bloco de notas aberto: tem apontamentos nos vidros e nas paredes, onde também há centenas de post-its e dezenas de papéis colados.

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