Paolo Zampolli, enviado especial dos EUA para as parcerias globais, tinha surido à FIFA que substituísse o Irão, apurado para o Mundial, pela eliminada Itália. Que prefere ficar em casa.
Esta quarta-feira, o enviado especial Paolo Zampolli revelou ao Financial Times que tinha pedido ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, que substituísse o Irão na competição quadrianual que arranca a 11 de junho e que terá jogos distribuídos por três países organizadores: Canadá, México e Estados Unidos da América.
Mulheres iranianas apoiam a seleção de futebol num jogo em TeerãoSaeid Zareian/DPA
Numa entrevista por telefone à Associated Press, esta quinta-feira, Zampolli sublinhou que o seu pedido não tinha uma base política, mas sim ser um plano B caso o Irão não pudesse participar à última da hora. “Tive um sonho”, disse Zampolli à AP. “O meu pedido foi para o povo italiano e para os italo-americanos.”
Só que os italianos não estão interessados. Em resposta à sugestão de Zampolli, o Ministro dos Desportos, Andrea Abodi, disse que além de não ser possível, "não é uma boa ideia". Luciano Buonfiglio, presidente do Comité Olímpico Italiano, também a rejeitou: “Sentir-me-ia ofendido”, disse Buonfiglio. “É preciso merecer ir ao Mundial.” O Ministro das Finanças italiano, Giancarlo Giorgetti, também se vez ouvir, classificando a troca sugerida como “vergonhosa”.
Itália já foi quatro vezes campeã do mundo de futebol, mas esta será a terceira vez consecutiva que não consegue ser apurada para a competição. O Irão disputa o primeiro jogo a 15 de junho, em Los Angeles, na Califórnia, contra a Nova Zelândia.
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