Os 14 pontos do acordo entre os Estados Unidos e o Irão
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.
Os países têm agora 60 dias para aprofundar os pontos e alcançarem um cessar-fogo definitivo.
O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou, esta quarta-feira, o memorando que põe fim à guerra com o Irão. A assinatura do documento aconteceu durante um jantar no Palácio de Versalhes, em França.
As autoridades referiram que a assinatura foi feita eletronicamente e que "não teria sido apropriado" realizar uma cerimónia de assinatura.
Estas declarações surgem um mês após a cimeira entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, na qual ambos abordaram a situação de Taiwan.
Os dirigentes dos dois países reuniram-se na quarta-feira, à margem da cimeira do G7 pela primeira vez desde fevereiro de 2025, quando se encontraram em Washington.
Segundo a imprensa norte-americana, a Invenergy utilizará parte dos recursos obtidos para impulsionar projetos de produção de energia a gás natural em estados do Meio-Oeste.
Zelensky agradeceu a Trump pelo "seu interesse pela Ucrânia e pela sua disponibilidade para contribuir para aproximar a paz" e a Macron pela "excelente organização da cimeira e pelos esforços conjuntos, sempre determinados".
Esta quinta-feira, trazemos-lhe uma "avaliação alternativa" do desempenho dos jogadores portugueses no Mundial, uma notícia sobre as investigações à câmara de Albufeira e o impacto do acordo Irão-EUA para Israel.
Joana Ricarte defende que Israel tem “toda uma identidade nacional que é construída com base na perseguição histórica”, o que justifica a “capacidade de mobilização” da guerra. Além disso sem ela Netanyahu já teria, provavelmente, sido julgado por corrupção.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o acordo alcançado com o Irão no final da cimeira do G7, classificando-o como um passo importante para a estabilidade internacional.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, durante a cimeira do G7, que os líderes mundiais estão satisfeitos com o acordo alcançado com o Irão, destacando o apoio internacional à iniciativa diplomática apresentada pelos Estados Unidos.
O Presidente dos Estados Unidos afirmou esta quarta-feira que o memorando de entendimento com o Irão não é definitivo e não inclui um levantamento imediato das sanções.
O presidente dos EUA, Donald Trump, arrancou gargalhadas aos presentes na primeira reunião do último dia da cimeira do G7, que decorre em França, ao entrar na sala e dizer “I’m the boss”.
Grupos de direitos cívicos processaram a subidiária da xAI e acusam-na de não ter autorização para a sua central elétrica que cria riscos de saúde para as famílias no norte do Mississippi.
Metade do valor vai ser financiado por fundos públicos, contrariando o que o Presidente norte-americano alegou.
Incrível como Trump anda há dois meses a repetir as mesmas promessas vãs e isso continua a ter efeito comunicacional e político. Se continua a ser remunerador é porque conseguiu institucionalizar a mentira como instrumento da palavra do Presidente dos EUA. Um novo paradigma que não pode ser encarado com normalidade.