Verdadeiro ou falso: "Ninguém proibiu aulas online" como afirma António Costa?

Verdadeiro ou falso: 'Ninguém proibiu aulas online' como afirma António Costa?
Sara Capelo 28 de janeiro

Talvez o tom o tenha indiciado, diz Filinto Lima. Privados referem que em 15 dias "ninguém pode dar aulas". Mas diretores de escolas públicas e colégios dizem que há professores a trabalharem com os alunos sem darem nova matéria ou marcarem faltas. É um nim às palavras do PM.

"Ninguém proibiu o ensino online a ninguém". A afirmação do primeiro-ministro foi feita numa participação especial na Circulatura do Quadrado. António Costa respondia António Lobo Xavier, um dos comentadores do programa de debate político da TVI. 

O contexto


O centrista falara em "erros de preconceito" na decisão do ministro da Educação que "fecha as escolas e diz que não pode haver ensino a distância para as escolas privadas porque isso provoca desigualdades com o ensino do público que não tiveram os computadores que o governo prometeu". 

O chefe do Executivo respondeu-lhe que "não há preconceitos" (a partir do minuto 31). O que há, insistiu Costa, são "muitas discussões fantasma". E continuou: "O ministro da educação não disse que era proibido o ensino online. Disse outra coisa: fizemos uma interrupção letiva para compensar nas interrupções letivas seguintes, agora nesta interrupção letiva se quiserem ter trabalho com os alunos, podem-no ter. (...) Ninguém proibiu ninguém de ter o ensino online. Não há esse preconceito."

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