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Aumentam os ataques de cães vadios

Sónia Bento
Sónia Bento 08 de fevereiro de 2019 às 11:40

Beatriz foi mordida no Guincho e ficou sem o seu cão. A nova lei que proíbe o abate de animais errantes e os abrigos lotados fazem crescer as matilhas.

Passados dois meses, Beatriz Cardoso ainda não consegue reviver a tarde de 24 de novembro, quando foi passear com os seus cães, Paki e Noa, à praia do Abano, no Guincho, e se viu atacada por uma matilha de cães selvagens. Paki, um beagle de 12 anos, foi "mastigado" ao defendê-la e não resistiu aos ferimentos. "Ninguém tem noção do que isto provocou à minha filha. Ela adora animais e tem um curso de treinadora, mas temos um negócio relacionado com cães que está parado porque ela nem consegue ouvi-los ladrar", conta à SÁBADO, Maria Pia Carvalho, mãe de Beatriz, que tem sido acompanhada por um psicólogo que a aconselhou a tentar não recordar o episódio.

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