E se em vez de funcionários fossem robôs a servir à mesa?

E se em vez de funcionários fossem robôs a servir à mesa?
Sónia Bento 01 de novembro

A falta de pessoal está a levar os empresários a recorrer a máquinas que fritam batatas, fazem cocktails e levam pratos de comida.

Quando houve luz verde para a reabertura dos restaurantes, os empresários norte-americanos depararam-se com um problema: convencer os trabalhadores a voltar. "Tínhamos 40 empregados e só apareceram quatro!", revelou Carlos Gazitua, presidente da cadeia de restaurantes Sergio’s, ao The New York Times. Foi assim que apareceu um novo funcionário, mas desta vez um robô.

Agora, é Servi que leva os pratos da cozinha para a sala de jantar, para depois um empregado os colocar na mesa. Com a ajuda de câmaras e de sensores a laser, as prateleiras de Servi evitam que as equipas que servem à mesa tenham de andar a correr de bandejas na mão, permitindo-lhes dar mais atenção aos clientes - o que até aumentou as gorjetas.

Ter um Servi custa a esta cadeia 858 euros por mês - com manutenção incluída. E não são apenas os restaurantes a aderir à tendência: a Bear Robotics, que fabrica o robô, tem sido muito procurada também por hotéis e casinos.

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