António Costa apontou que Portugal participa "desde a primeira hora na onda de solidariedade para com o povo ucraniano".
O primeiro-ministro considera que as palavras proferidas pelo Presidente ucraniano, hoje, perante o parlamento português, abalam quem as ouve e realçam que Portugal tem apoiado a Ucrânia nos quadros bilateral da União Europeia e NATO.
Esta posição consta de uma mensagem que António Costa publicou na sua conta na rede social Twitter, depois de ter estado presente na sessão solene com o Presidente da República da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, na Assembleia da República.
"Cada dia de guerra é mais um dia de dor insuportável. As palavras que ouvimos hoje do Presidente da República da Ucrânia abalam-nos", escreveu, numa alusão ao discurso que Volodymyr Zelensky proferiu por videoconferência perante o parlamento português, numa sessão em que também esteve presente o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.
Nesta mensagem, o primeiro-ministro defendeu que "Portugal tem estado no lado certo: No apoio à Ucrânia nos quadros bilateral, da União Europeia, da NATO e das Nações Unidas".
"A invasão russa da Ucrânia continua a ser uma gravíssima violação do direito internacional", frisou o líder do executivo português.
António Costa apontou depois que Portugal participa "desde a primeira hora na onda de solidariedade para com o povo ucraniano".
"Continuamos a acolher no nosso país milhares de refugiados e a fornecer apoio humanitário, material e militar. Mantemo-nos firmes e solidários nas sanções impostas ao regime russo", acrescentou.
"Palavras que ouvimos hoje do Presidente Zelensky abalam-nos"
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.