Emmanuel Macron solidário com Zelensky depois de ataques russos
Morreram 15 pessoas no sudeste da Ucrânia.
Morreram 15 pessoas no sudeste da Ucrânia.
Luís Alves assistia às celebrações do 35.º aniversário da Independência da Ucrânia quando foi surpreendido pelo chamamento do presidente ucraniano. O diretor da Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação acabou condecorado por Zelensky. Agora, em entrevista à SÁBADO, conta como viveu aquele momento com "uma emoção muito grande".
Presidente português enviou na segunda-feira uma mensagem em vídeo ao homólogo "e a todos os cidadãos ucranianos", por ocasião do Dia da Independência da Ucrânia, prestando tributo àqueles "que defendem esta independência no terreno".
Fedorov, que perdeu a sua influência política toda (que demorou anos a ser construída), percebeu que tem um relógio breve: ele precisa de capitalizar enquanto a ferida está aberta, porque quando fechar, o seu nome passa a ser uma breve, mesmo que positiva, memória na sociedade ucraniana.
A "guerra assimétrica" com que a Ucrânia mudou a equação da agressão russa tinha em Fedorov uma das principais cabeças. A inovação tecnológica foi fundamental, mas Sirsky representa o lado mais pragmático e rígido de encarar o sacrifício militar. A queda do jovem ministro da Defesa mostrou que Zelensky percebe que uma guerra, mesmo com estes dados novos, continua ser uma guerra feita por militares. A Ucrânia já mostrou que consegue resistir a tudo. Resistirá, pois, a mais esta crise traumática.
Esta quarta-feira, Trump já tinha dito que as negociações para um cessar-fogo já estavam “razoavelmente perto”, mas que “existe um ódio tremendo entre o Presidente Zelensky e o Presidente Putin”, o que “não é bom para os acordos”.
Negociações que decorreram na Flórida contaram com poucos avanços.
Presidente ucraniano chegou esta sexta-feira à Casa Branca para se reunir com Trump. Entrega de mísseis Tomahawk será um dos temas em cima da mesa.
O Presidente Zelensky é esperado hoje em Paris para para preparar a cimeira.
Um possível encontro entre os dois beligerantes foi algo defendido por Trump, que se reuniu com Putin no Alasca e com Zelensky e vários líderes europeus na Casa Branca, em Washington.
Presidente ucraniano terá recusado a proposta.
Trump vai reunir-se, esta segunda-feira, com Zelensky, pelas 17h15, e depois outros líderes europeus vão juntar-se pelas 19h.
"Ao Presidente Putin cabe-lhe demonstrar que quer realmente a paz", afirmou o líder francês, que participou numa breve conversação com o Presidente norte-americano, Donald Trump, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e Zelensky.
Starmer considera este "um passo em frente" após o confronto verbal entre Zelensky e Trump na sexta-feira.
O encontro entre o presidente ucraniano e o seu homólogo norte-americano terminou de forma abrupta após uma acesa troca de palavras. Zelensky abandonou a Casa Branca sem assinar o acordo sobre recursos naturais, o motivo pelo qual se tinha deslocado a Washington.
Cancelamento ocorre após uma tensa discussão que resultou em troca de acusações.