NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
NEWSLETTER EXCLUSIVA PARA ASSINANTES Novidades com vantagens exclusivas: descontos e ofertas em produtos e serviços; divulgação de conteúdos exclusivos e comunicação de novas funcionalidades. (Enviada mensalmente)
"O que era desejável e expectável para o país era que o Orçamento passasse, poupava muitos custos, muitos problemas e algumas preocupações, mas vamos esperar", afirmou aos jornalistas o Presidente da República, acrescentando que a "democracia também é feita de espera".
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reiterou este sábado que o desejável para o país seria a aprovação do Orçamento de Estado para 2022 e só vai pensar noutros cenários após o fim das conversações entre partidos.
"O que era desejável e expectável para o país era que o Orçamento passasse, poupava muitos custos, muitos problemas e algumas preocupações, mas vamos esperar", afirmou aos jornalistas o Presidente da República, acrescentando que a "democracia também é feita de espera".
Marcelo Rebelo de Sousa disse que continua a "esperar" pelos resultados das conversações entre partidos sobre o Orçamento de Estado.
"Se corre tudo como eu desejo e espero, é uma hipótese. Se não corre, passo a pensar nesse cenário que até agora não tenho pensado", referiu.
O Presidente da República falava à margem dos 75 anos do Aeroclube de Torres Vedras, a quem entregou a Ordem de Mérito, enquanto membro honorário, "pelo seu passado ilustre".
Além do trabalho de formação e de promoção do desporto aeronáutico, Marcelo Rebelo de Sousa destacou o papel do aeroclube na deteção de incêndios e no resgate a náufragos.
O BE afirmou hoje que "o Governo não realizou qualquer nova aproximação às nove propostas" do partido e que, a manter-se este quadro, a Comissão Política proporá à Mesa Nacional "a orientação de voto contra" o Orçamento do Estado.
Em causa estão as nove propostas, nas áreas da saúde, segurança social e legislação laboral, que o BE fez chegar ao Governo, por escrito, para as negociações do OE2022.
Esta madrugada, a Comissão Política do PS comprometeu-se, por escrito, a proceder a um aumento extraordinário das pensões até ao valor de 1.097 euros a partir de janeiro e a aumentar o mínimo de existência em 200 euros.
Nas pensões, o PS comprometeu-se ainda a "eliminar a penalização relativa ao fator de sustentabilidade a partir dos 60 anos para todos os indivíduos com mais de 80% de capacidade durante pelo menos 15 anos".
Estas medidas foram transmitidas por António Costa na reunião da Comissão Política do PS, que deu mandato para que "prossigam as negociações com o BE, o PCP, o PAN, o PEV e as deputadas não inscritas" para a viabilização da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2022.
Na mesma reunião partidária, o secretário-geral do PS e primeiro-ministro, António Costa, afirmou que os socialistas não desejam eleições legislativas antecipadas e que tudo farão para as evitar na atual conjuntura do país, mas avisou também que o seu partido não teme eleições.
A votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2022 está marcada para a próxima quarta-feira.
Marcelo à espera dos resultados das conversações entre partidos sobre o OE
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.
Prepara-se o Governo para aprovar uma verdadeira contra-reforma, como têm denunciado alguns especialistas e o próprio Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, num parecer arrasador.