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Em 2008 o Daily Mail já tinha avançado o nome de Robin Gunningham, que foi mais tarde reforçado por um detetive privado espanhol.
As obras de arte de Banksy, espalhadas sobretudo pelas ruas de Bristol e Londres mas presentes um pouco em todo o mundo, não passam despercebidas, no entanto foi isso que o seu criador sempre pareceu querer relativamente à sua identidade.
AP Photo/Luca Bruno
A Reuters lançou a investigação “À procura de Banksy” e acredita agora que “não há dúvidas” de que o artista mistério é Robin Gunningham, que mudou de nome para David Jobes de modo a conseguir passar mais despercebido. A investigação começou depois de as obras de Bansky terem aparecido na Ucrânia, onde se encontrou com locais: “Quando o mural da banheira e outras obras de Banksy começaram a surgir na Ucrânia, a Reuters questionou-se sobre o artista e sobre como tinha conseguido realizar aquela intervenção”, pode ler-se na reportagem.
De seguida a agência entrevistou uma dúzia de pessoas ligadas ao mundo do artista e especialistas na sua obra e, apesar de nenhum ter avançado a sua verdadeira identidade, muitos partilharam pormenores sobre a sua vida e carreira. “Examinámos fotografias do artista, a maioria a ocultar o rosto, mas que continham informações importantes. Mais tarde, descobrimos registos judiciais e relatos policiais dos Estados Unidos que nunca tinha sido divulgados”, incluindo “uma confissão manuscrita do artista relativa a uma antiga acusação de contraordenação por comportamento desordeiro”. A Reuters acredita que esse documento “revelava, sem qualquer dúvida, a verdadeira identidade de Bansky”.
Em 2008 o Daily Mail já tinha já tinha avançado o nome de Robin Gunningham para o homem por detrás do artista e no ano passado um detetive privado espanhol confirmou que se tratava da mesma pessoa, que Robin Gunningham terá nascido a 28 de julho de 1973 e que vive em Bristol sob o nome de David Jones.
Em reação à investigação da Reuters, o advogado do artista disse que o seu cliente “não confirma que muitos dos detalhes contidos na investigação estejam corretos”. Ainda assim, Mark Stephens pediu para que a investigação não fosse publicada, argumentando que tal violaria a privacidade do artista, interferiria com a sua arte e colocá-lo-ia em perigo. O advogado referiu ainda que Bansky mantém o anonimato porque “tem sido alvo de comportamentos ameaçadores e extremistas”.
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