Ucrânia: Pelo menos 22 mortos em ataques russos em vésperas de tréguas
A Rússia tinha anunciado unilateralmente um cessar-fogo nos dias 8 e 9 de maio para as comemorações do 81.º aniversário da derrota nazi na Segunda Guerra Mundial.
A Rússia tinha anunciado unilateralmente um cessar-fogo nos dias 8 e 9 de maio para as comemorações do 81.º aniversário da derrota nazi na Segunda Guerra Mundial.
No caso dos combatentes russos, tal como em ocasiões anteriores, estes encontram-se em território da Bielorrússia, onde recebem assistência médica e psicológica.
A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia a cidades e infraestruturas ucranianas.
A invasão de Putin está longe de parar: o presidente da Rússia não quer "só o Donbass". Quer toda a Ucrânia. Faz da agressão sobre Kiev, em capa de expansão neoimperialista, a sobrevivência do seu modo de liderar. Recuar seria admitir o erro. E, no Kremlin, o poder afirma-se de forma vertical. Sem hesitações. A sangue frio, para que eventuais críticos ou opositores não acreditem em alternativas. Não percebermos isso é não percebermos nada.
Não, gente: a Ucrânia "não perdeu a guerra". Muito menos lhe resta apenas "aceitar as exigências de Trump e submeter-se ao poder russo". Putin achava que tomava Kiev em quatro dias ou, vá lá, quatro semanas. Quatro anos depois, aqui estamos. Mais arriscado que o avanço russo no terreno (pífio, demorada, insuficiente) é acreditar em quem ecoa a propaganda de Moscovo. É esse o desafio: manter o apoio e permitir que a heróica resistência ucraniana não esmoreça. Não é por eles: é por nós.
O Presidente ucraniano recusa entregar 20% do leste de Donetsk a Moscovo, bem como as regiões a sul de Kherson e Zaporíjia.
A Rússia continua a atacar diariamente a Ucrânia, causando vítimas civis e afetando, em particular, as infraestruturas energéticas.
A operação tem sido repetida pela Rússia em todas as estações frias dos quase quatro anos de guerra, com o objetivo de enfraquecer a vontade de resistência dos ucranianos.
Este financiamento fornecerá novos veículos, sistemas de comunicação e capacidades de proteção contra 'drones', garantindo que as tropas britânicas estão prontas para o destacamento.
Governador de Dnipropetrovsk, Vladyslav Gaivanenko, afirmou através das redes sociais que a "situação é difícil".
Embora não tenha havido vítimas, a capital da região de Zaporijia, que tem o mesmo nome, sofreu danos significativos.
A Ucrânia apresentou nesta semana um plano de paz composto por 20 pontos. Apoio militar dos aliados em caso de invasão russa é uma das garantias que o líder ucraniano quer assegurar.
Putin reafirmou que os objetivos da “operação militar especial”, a designação oficial da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, se mantêm, numa altura em que decorrem negociações sobre um plano norte-americano para tentar acabar com a guerra.
Em 21 de novembro, os russos tinham anunciado a captura de Tikhe e Vidradne, na região de Dnipropetrovsk.
Trump andou meses a gozar connosco. Não, o Presidente dos EUA nunca teve real intenção de proteger a Ucrânia. A visão da Administração norte-americana sempre foi a de suposta (e totalmente errada) equivalência entre agressor e agredido. O Plano de Paz de 28 pontos foi gizado entre americanos e russos, sem pôr ucranianos e europeus à mesa. Sanções à Rússia? Pressão sobre Putin? Nevoeiro. O comprometimento pró-Kremlin de Trump sempre esteve lá.
Várias vias de comunicação (estradas), instalações de produção de energia e outros equipamentos coletivos ficaram danificados, sem adiantar mais pormenores, mas esclarecendo que não houve mortos nem feridos a registar.