Sábado – Pense por si

Sidónio Pais em Lisboa de visita a obras de assistência social, em 1918
António Luís Marinho

Sidónio Pais, o primeiro populista

Foi assassinado com três tiros depois de governar o País durante 374 dias, numa tentativa inédita de instaurar um regime presidencialista autoritário, associado a um verdadeiro culto da personalidade que o seu carisma alimentou. Morreu o homem, nasceu o mito.

Inês Moreira numa sessão de terapia, com Francisco, de 6 anos, na clínica Amamentos, em Lisboa
Sónia Bento

Miúdos que (quase) não comem

Alguns só aceitam sopa, outros preferem alimentos brancos e crocantes – e podem rejeitar todos os outros. A seletividade alimentar faz os pais evitarem férias e idas a restaurantes.

Maria Henrique Espada

O melhor do mês de março

As compras de despedida de Marcelo Rebelo de Sousa, o potencial por explorar do Ozempic, os custos da guerra no Irão, as coincidências nas contratações do governo e, por fim, seis roteiros para espairecer na Páscoa.

Maria Madalena
Susana Lúcio

Maria Madalena, de apóstola a pecadora

Testemunha privilegiada da Ressurreição, foi uma figura importante nas comunidades cristãs primitivas. Mais tarde, a Igreja descreveu-a como pecadora pública – um erro que criou o mito de ter sido prostituta e que demorou séculos a ser corrigido.

José Maria  Ricciardi morreu no dia 24 de março, por volta das 23h. Tinha  71 anos
Ana Taborda

Ricciardi: a vida do banqueiro que dançava samba e colecionava canários

Foi procurar um médico nos EUA, fez tratamentos na Fundação Champalimaud, e enquanto a doença permitiu continuou a trabalhar, a caçar e a ver jogos do Sporting. Já doente, marcou reuniões para refundar um banco com a marca Espírito Santo. Tinha 6 anos quando decidiu ser banqueiro - e já não mudou de ideias. Como nunca desistiu de casar com uma mulher que tinha três filhos.

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