Macron nega que CIA tenha alertado para possível ataque russo com drones na Europa
"Podemos desmentir esta informação, a CIA não enviou este aviso", frisou Macron numa entrevista conjunta às televisões TF1 e France 2.
"Podemos desmentir esta informação, a CIA não enviou este aviso", frisou Macron numa entrevista conjunta às televisões TF1 e France 2.
O aumento dos preços dos combustíveis impulsionado pela guerra no Médio Oriente é apontada como a principal causa para este aumento da inflação.
País alertou ainda para a intensificação de ataques híbridos nos próximos meses.
Ministro da Defesa romeno disse à emissora Digi 24 que parece um drone com características técnicas "ligeiramente novas" em comparação com aparelhos detetados antes.
Entre os países que registaram novos recordes, a Dinamarca e a Finlândia apresentam os preços mais elevados, com 2,56 euros por litro de gasóleo.
Tradicionalmente os líderes norte-americanos não recebem outros chefes de Estado no aeroporto e preferem encontrá-los na Casa Branca.
Fonte do Ministério da Defesa da Lituânia garante que as forças russas "vão lançar drones lançados a partir do mar, escondidos num contentor de um navio" e admite um cenário que "não será nada fácil". As autoridades lituanas dizem ainda saber que Moscovo pondera recorrer a drones Gerbera, capazes de provocar incêndios.
A intervenção está prevista para o início da tarde em Nova Iorque (menos cinco horas do que em Lisboa).
O incidente levou ao envio imediato de caças por parte do exército polaco. As incursões de aeronaves russas em espaço aéreo polaco têm-se tornado cada vez mais comuns.
Robotização, espionagem, controlo e ataque ao controlo dos outros, perturbação generalizada de todos os sistemas que usam informação, mesmo os mais rudimentares, dos semáforos, ao controlo aéreo, análise dos melhores meios para a ofensiva e para a defensiva, armas “inteligentes”. Tudo isto pode dar torto e descontrolar-se? Sem dúvida.
Caímos na era dos múltiplos riscos. Têm origens diferentes, mas entrecruzam-se e, ocorrendo no mesmo momento histórico, provocam efeitos cumulativos. Para lá da vulnerabilidade política (desastre Trump, incerteza europeia) e da ameaça bélica (passada russa a Leste, instabilidade no Médio Oriente), há também a emergência climática (verão mais quente e mortífero de sempre na Europa) e a vertigem tecnológica (alertas sobre possível "desalinhamento" na IA).
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, espera que Donald Trump ajude a pôr fim à guerra entre a Ucrânia e a Rússia. No encontro entre os dois líderes em Nova Iorque, Zelensky disse querer uma solução “o mais rapidamente possível”, de preferência antes do inverno.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, visitou, esta terça-feira, o Memorial do 11 de Setembro em Nova Iorque, EUA, e prestou homenagem às vítimas dos ataques.
O Presidente dos Estados Unidos afirmou que vai ter de "escolher" entre "aniquilar" o Irão ou chegar a um "acordo" com Teerão.
Volodymyr Zelensky anunciou que iria encontrar-se com Donald Trump, após ter mantido uma "conversa importante" com o líder republicano.
Leste outrora comunista vira para a extrema-direita. Especialistas acreditam que líder pode estar a prazo, mas problema continua a ser o crescimento da economia.