Sábado – Pense por si

António Lobo Antunes, marcado pela guerra em África, experiência crucial na sua vida e obra
Diogo Barreto

António Lobo Antunes. Guerra, horror e morte

A experiência que mais marcou a sua vida e escrita foram os três anos que passou na guerra em África. Estava lá quando nasceu a filha mais velha e foi ali que a segunda filha foi concebida. Ali conheceu os melhores dos jovens, mas também o pior da humanidade.

Confrontos entre ultras de Sporting e Benfica nas imediações de Alvalade antes do dérbi de futsal

Confrontos entre ultras de Sporting e Benfica nas imediações de Alvalade antes do dérbi de futsal

Momentos antes do dérbi de futsal, a contar para a ronda 16 da Liga Placard, registaram-se confrontos entre ultras de Sporting e Benfica nas imediações de Alvalade. Um grupo de cerca de 100 pessoas, vestidas de preto, cara tapada e alegadamente casuals das águias, criou o caos no local, no que terá sido uma retaliação de No Name Boys por elementos, supostamente da Juve Leo, terem pintado a palavra racistas na Luz.

O maior campo de detenção fica no deserto em El Paso, no Estado do Texas.
Bruno Faria Lopes

EUA: vida e morte nos campos de detenção de imigrantes

Desde o início de 2025 morreram 36 imigrantes após terem sido detidos pelo ICE, o braço armado da política de imigração norte-americana. Há largas dezenas de relatos de maus tratos nos campos operados por privados. É o lado menos visível da escalada promovida pela presidência de Donald Trump.

Um ano a acabar com os EUA

Um ano de Trump 2.0 mostrou um Presidente muito mais perigoso para a Democracia que no mandato 2017-2021. E esse mandato acabou com um ataque ao Capitólio. Agora é pior: Trump está mais instável, disruptivo, mentiroso, incompetente. Decidido a acabar com os EUA como o conhecíamos e admirávamos. E a acabar connosco, União Europeia, projeto democrático e de valores. Está mais longe da Europa e mais perto da Rússia.

Pamuk não se leva a sério enquanto pintor, mas devia - os desenhos agora mostrados em livro contradizem-no
Luísa Oliveira

Orhan Pamuk: "Quando pinto, sou como um homem no duche a cantar"

O escritor turco, prémio Nobel da Literatura em 2006, surpreendeu os leitores ao revelar-se como um diarista divertido e um talentoso pintor, neste novo livro que é literalmente uma obra de arte. E para o ano, vamos vê-lo, enquanto ator, numa série da Netflix.

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