Sábado – Pense por si

A oportunidade democrata

As intercalares devem pôr a nu a impopularidade recorde de Trump: apenas 32% dos americanos aprova a sua presidência, valor mais baixo desde que há registos diários do desempenho dos Presidentes dos EUA. Os democratas vão ganhar a Câmara dos Representantes por larga margem (estão 12 pontos à frente e basta vencerem o voto popular por uns 3 ou 4). A grande dúvida reside no controlo do Senado. É preciso uma derrocada republicana em estados onde Trump ganhou por muito. Mas é mesmo isso que as sondagens revelam.

Lindsay Clancy
Luana Augusto

Lindsay Clancy: o caso que está a incendiar as redes sociais

Acusação não tem dúvidas de que Lindsay Clancy matou os três filhos por estrangulamento. A grande questão é se antiga enfermeira de Massachusetts tinha capacidade para distinguir o certo do errado quando alegadamente estrangulou as crianças.

Fazer o correto e perder o lugar

Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.

Isabella Rossellini
Lusa

Festival de cinema de Locarno atribui prémio honorário a Isabella Rossellini

Nascida em 1952 em Roma, filha da atriz sueca Ingrid Bergman e do realizador italiano Roberto Rossellini, foi modelo e jornalista antes de enveredar em pleno no cinema, meio no qual se destacou em obras como “Veludo Azul”, de David Lynch, “A Morte Fica-vos Tão Bem”, de Robert Zemeckis, ou “Sem Medo de Viver”, de Peter Weir.

Utentes do Centro Social do Orvalho participam no projeto Dar Cor, coordenado pela arquiteta Lúcia Vaz Pato (à esq.)
Raquel Lito

Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

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