Descongelados: vozes republicanas tecem críticas à atuação do ICE
Após a morte de duas pessoas às mãos do ICE no Minessota, a força de controlo de imigração está debaixo de fogo. Até entre republicanos.
Após a morte de duas pessoas às mãos do ICE no Minessota, a força de controlo de imigração está debaixo de fogo. Até entre republicanos.
Alex Pretti, de 37 anos, foi atingido por pelo menos 10 balas.
De acordo com uma projeção dos investigadores, doentes voltam ao seu peso inicial em média em 18 meses.
Medida reuniu 52 votos a favor, mas para que seja considerada lei é preciso que seja aprovada pela Câmara dos Representantes.
Reinterpretação de Frankenstein, "Prometo-me Moderna" sobe a palco no S. Luiz (em cena de 11 a 21 de dezembro), em Lisboa, e fala-nos da força de existir numa sociedade de silêncios.
"Nunca tínhamos lido nada parecido. É, em muitos aspetos, um livro sombrio, mas é um prazer lê-lo", descreveu escritor irlandês Roddy Doyle, presidente do júri.
Dentro e fora do Capitólio, tem vindo a aumentar a pressão para o fim da paralisação, incluindo de sindicatos, face à suspensão ou falta de pagamento a centenas de milhares de funcionários federais, cancelamento de voos em aeroportos e, desde os últimos dias, interrupção do Programa de Assistência Nutricional Suplementar (SNAP) para 42 milhões de norte-americanos de baixos rendimentos.
A atriz - vencedora de um Óscar - recebeu uma ovação em pé em Veneza pelo seu novo trabalho, Depois da Caçada.
Elementos pedem a "abertura de um corredor humanitário imediato" para a Faixa de Gaza, que seja "seguro e permanente".
Estes funcionários, na maioria médicos, lideraram o CDC nos últimos quase 50 anos, entre 1977 e 2025, desde o mandato do Presidente democrata Jimmy Carter ao início do segundo mandato do republicano Donald Trump.
Concentraram-se para a despedida da Global Sumud Flotilla cerca de cinco mil pessoas em Moll de la Fusta.
Nomeação de Jim O'Neill surge após a Casa Branca ter demitido Susan Monarez da direção do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças.
A “Big Beautiful Bill”, aprovada no Senado com o desempate do vice-presidente Vance após três senadores republicanos terem votado contra, é a expressão de toda uma Presidência: Trump tira aos pobres para dar aos ricos. É “Robin Hood” ao contrário. Legal, sim. Mas profundamente imoral.
Na decisão de sexta-feira, Susan Illston ordenou ao Governo que suspenda os despedimentos em massa, bem como os esforços para fechar escritórios e programas, o que é ilegal sem a autorização do Congresso.
Com o Senado dividido em linhas partidárias, a votação de quarta-feira terminou num empate a 49 votos e o vice-presidente J.D. Vance foi obrigado a ir ao Capitólio para desempatar e garantir que a resolução era rejeitada definitivamente.