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Neuroarquitetura: quando as paredes melhoram a vida das pessoas

Raquel Lito
Raquel Lito 02 de maio de 2026 às 08:00

Um espaço branco pode ser austero, não contribuindo para o bem-estar de quem lá reside. Num lar de Orvalho (Castelo Branco), a associação Causa desenvolveu o projeto Dar Cor: os utentes pegaram em rolos e trinchas e ficaram felizes. A coordenadora e arquiteta Lúcia Vaz Pato explica à SÁBADO como se deu a transformação e o projeto em curso noutro lar.

Salas tristes, escadas íngremes, jardins inacessíveis ou iluminação fria são alguns dos problemas que os lares da terceira idade apresentam. Por vezes, algo aparentemente simples como uma cor diferente nas paredes, ou a criação de circuitos pedestres que levem ao ponto de partida fazem toda a diferença. Falamos de neuroarquitetura, quando arquitetos e neurocientistas se juntam para analisar o impacto de ambientes monótonos ou stressantes, procurando transformá-los, à luz da ciência, em espaços mais acolhedores e que melhorem o humor dos residentes. A mudança está em curso na Santa Casa da Misericórdia de Arganil (Coimbra), com 180 utentes, com a , de 45 anos e 20 de experiência profissional, aos comandos da intervenção, enquanto coordenadora da .

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