Quem quer liderar o Reino Unido?
Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester
Há três candidatos ao lugar de Starmer, se este não resistir: Angela Rayner e Wes Streeting, que integraram o Governo do primeiro-ministro, e Andy Burnham, o mayor da Grande Manchester
A "guerra civil" no Partido Trabalhista pode significar o fim definitivo do bipartidarismo no Reino Unido. Mas quer dizer muito mais: deixou de ser possível governar ao centro e pode ser impossível impedir que quem beneficie do disparate do Brexit seja quem o tenha promovido. Ainda falta muito tempo para terminar a legislatura do Labour, mas talvez seja tarde para evitar o pior.
Como em Portugal e muitos outros países, a política britânica fragmentou-se. No caso, não só se regista a ascensão da extrema-direita e o crescimento dos partidos nacionalistas no País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte, como mais recentemente, o surgimento dos Verdes, pela esquerda do Labour. Isto desafia um sistema eleitoral com círculos uninominais, que favorece fortemente o bipartidarismo e o voto útil.
De filho de imigrantes paquistaneses, o presidente da Câmara de uma das maiores cidades europeias lidera há dez anos a capital inglesa ao serviço do Partido Trabalhista e já implementou medidas ambientais, sociais e de habitação social. Mas não é socialista e não pode ser comparado ao homólogo em Nova Iorque, Zohran Mamdani.
Wes Streeting diz ter pedido "a confiança" no primeiro-ministro e aponta que Keir Starmer não irá liderar mais o Partido Trabalhista a partir das próximas eleições.
O caso foi encaminhado para o comissário parlamentar responsável pela investigação pelo principal partido da oposição, o Partido Conservador, que argumenta que a doação deveria ter sido declarada a partir do momento em que Farage foi eleito para entrar no Parlamento.
Primeiro-ministro britânico está sob forte contestação interna no Partido Trabalhista, que se agudizou depois das recentes eleições locais.
Apenas intervirão no caso de ser alcançado um acordo de paz entre EUA e Irão.
O resultado das mais recentes eleições locais em Inglaterra e parlamentares no País de Gales e na Escócia podem ditar o futuro de um Reino Unido com o Partido Trabalhista fracassado e o Reform UK de Nigel Farage a subir.
Na sequência do ataque antissemita ocorrido em Londres.
A polícia informou que Essa Suleiman enfrenta duas acusações de tentativa de homicídio relacionadas com o ataque, ocorrido em Golders Green, na quarta-feira.
O Rei citou Trump que, durante a sua visita de Estado a Londres, disse que “o laço de parentesco e identidade entre os EUA e o Reino Unido é inestimável e eterno, é insubstituível e inquebrável".
Atirador que tentou invadir o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca acabou por ser detido.
Responsáveis militares de 44 países de todos os continentes estão em Londres durante dois dias, numa reunião que pretende criar uma missão de caráter defensivo, para deminar e proteger navios da marinha mercante no Estreito de Ormuz.
Rapper americano já havia sido impedido de entrar no Reino Unido, estando em causa a partilha de declarações antissemitas e agora França planeia proibir os seus concertos. Em Portugal, a tutela responsável ainda não se pronunciou.
Presidente francês também já tinha anunciado a realização de um encontro, em breve, "com países dispostos a contribuir" para "uma missão multinacional pacífica com o objetivo de restaurar a liberdade de navegação" no estreito de Ormuz.