Ventura, Marques Mendes ou Seguro, quem vencerá as eleições segundo a inteligência artificial?
Algumas ferramentas recusaram-se a avançar nomes, mas outras foram mais corajosas: Ventura, Marques Mendes ou Seguro aparecem como potenciais vencedores.
Algumas ferramentas recusaram-se a avançar nomes, mas outras foram mais corajosas: Ventura, Marques Mendes ou Seguro aparecem como potenciais vencedores.
Mensagem publicada no Instagram de Inês Bichão, adjunta do secretário de Estado Emídio Sousa, foi depois apagada. Cotrim fala em calúnia
2026 pode ser um ano de grandes viragens a nível europeu.
Países nórdicos, como Suécia ou Dinamarca, poderão ter uma viragem à direita. Em França e Itália as eleições regionais servirão de indicador para as presidenciais de 2027.
A Marques Mendes falta-lhe a franqueza: é social-democrata, apoiado pelo governo social-democrata, o que não invalida que será, aliás, seria, o presidente de todos os portugueses.
"Os partidos políticos têm as suas posições, as suas ideologias, as suas propostas, mas entre eleições há compromissos que têm que falar mais alto", frisou António José Seguro.
Candidato falou aos jornalistas antes de uma arruada no concelho de Sobral de Monte Agraço.
Isto nunca foi sobre ajudar Seguro. O medo real é que Jorge Pinto acabe atrás dos outros candidatos da extrema-esquerda. O que seria embaraçoso. O cenário torna-se ainda mais cruel quando se olha para as sondagens. Algumas colocam Jorge Pinto empatado com Manuel João Vieira.
Por pouco que pareça, as nossas opções não são só manter tudo ou partir tudo.
António José Seguro recebeu um presente de Jorge Pinto, que na prática deixou de ser candidato. Cotrim foi funambulista na direita. Gouveia e Melo agarrou na ameaça Trump para fazer valer as suas credenciais - e não largou Marques Mendes, que teve mais uma noite difícil. Os mais pequenos propuseram nacionalizar os lucros da banca e construir 100 mil casas por ano. E houve Manuel João Vieira.
Uma comentadora televisiva, com queda para a comédia involuntária, achou por bem apresentar Jesus como palestiniano, apesar de a Palestina romana datar de 135 d.C., ou seja, depois da crucificação de Cristo e da brutal repressão das revoltas judaicas pelo imperador Adriano.
Candidato desiste se António Filipe e Catarina Martins também abandonarem a corrida.
Ex-chefe do Estado-Maior da Armada defende que a utilidade do voto não serve "para responder a um partido" porque nas eleições presidenciais o que está em causa não são "lealdades partidárias".
Candidato apoiado pelo PS diz que é o único capaz de derrotar André Ventura.
Henrique Gouveia e Melo está separado de Seguro por apenas 0,1 pontos percentuais. Logo atrás surge André Ventura.
Ventura considerou ser "o único candidato que tem feito rua de verdade dos candidatos que podem passar à segunda volta".