Sondagem da Católica: Seguro continua à frente mas margem para Ventura diminui
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
A diferença entre os dois candidatos é agora de 34 pontos percentuais.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Candidato esteve num comício no teatro Jordão, em Guimarães.
O frente a frente dos dois candidatos na corrida a Belém, Seguro vs Ventura, pode vir a ser decisivo nos resultados e, por isso, merece escrutínio. No Governo, faz-se a dança das cadeiras dos líderes hospitalares.
António José Seguro controlou genericamente um debate que não seria, à partida, decisivo para o desfecho das Presidenciais. Promulgará a reforma laboral se a UGT estiver a bordo, fará um primeiro Conselho de Estado sobre Defesa e vai tentar um "pacto" na Saúde. André Ventura mudou de opinião sobre o reforço dos poderes presidenciais, escorregou na Justiça - e falou quase sempre para a sua base eleitoral.
Presidente demonstrou disposição para retirar os agentes da cidade.
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Candidato a Presidente da República esteve este domingo em Leiria.
Candidato mostrou-se feliz com os apoios que tem vindo a receber de vários quadrantes políticos, mas reforçou que no dia das eleições é preciso ir às urnas.
Todos temos o nosso querido Céu e amado Inferno e, no fim, cada qual está com o seus.
A opção encontrada, não declarar apoio formal a nenhum dos candidatos, é, paradoxalmente, a única racional.
No NOW, o ex-ministro das Finanças pediu aos portugueses para "não ligarem" às sondagens, pois nada está ainda garantido.
Quem saiu verdadeiramente derrotado foi o PSD enquanto partido e o Governo enquanto projecto.
A convergência de fatores externos e internos vai continuar a pressionar os decisores europeus à medida que o crescimento económico continua morno, a erosão de consensos e as pressões sobre os governos se intensificam, a competição por recursos naturais acelera, a crise climática não abranda e os ataques híbridos e a insegurança cibernética passam a ser mais frequentes.
Mesmo que objetivo não seja Belém, esta eleição pode ajudar o Chega a deixar de ser "partido de um homem só", segundo refere o politólogo José Adelino Maltez.
Politólogo António Costa Pinto analisa resultados das eleições.